Com mesmo placar dos brasileiros contra os croatas, o Chile
estreou bem contra a Austrália na Arena de Cuiabá.
Os ninõs de Sampaoli começaram em alta rotação com Valdívia,
Aranguíz, Sanchez e Vargas sobre tontos australianos. Foi assim que alcançou
dois gols de vantagem em menos de 1/6 de jogo.
Mas diminuíram o ritmo, viram a Austrália de Bresciano e
Cahill, autor do tento amarelo, gostarem da peleja.
E foi lá e cá. Às vezes, pasmem, mais para australianos do
que para chilenos.
Boa movimentação, surpreendente frente ao clima pantaneiro.
E que clima! De hino à capela, gols perdidos e atuações
raçudas, como a do goleiro Bravo, que honrou o nome e o espírito chileno vindo
da plateia.
E por falar em nome, assim veio assinatura bacana para a
bela festa da diversidade em local peculiar do nosso território.
Beausejour, aos 47, assinou a vitória latina. Para fechar
bem esse dia de onze gols, erros, acertos críticas e textos.
Em bom francês beau sejour significa: viva bonito.

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