O meia defensivo Paulinho teve mais atuação apagada. Guardado se destacou no México
Duas cenas emblemáticas chamaram a atenção desse escriba no jogo bem brigado e sem gols entre Brasil x México pela vigésima copa do mundo.
CENA 1 - Já no finalzinho do primeiro tempo, Giovani dos Santos e Guardado, os dois principais elementos da criação mexicana desarmavam com falta Neymar Jr., o rapaz que pensa que tem uma câmera só para ele.
Essa foi uma das diferenças em campo dos dois times latinos.
Um tem fome de bola.
Outro tem um fominha.
Um cara foi personagem do jogo, fez a diferença, não ajeitou a cabeleira e foi um paredão. O bem posicionado goleiro Ochôa já tinha se destacado na primeira partida do México contra Camarões. Em solo cearense, fez defesas milagrosas. Três delas espetaculares. Chute e cabeçada de Neymar à queima roupa e a cabeçada de Thiago Silva.
Mas se engana quem pensa que isso foi determinante para o tropeço brasileiro.
Não faltaram lances perigosos do outro lado do campo para boas intervenções de Julio César.
Herrera, Aguilar, Giovane, Guardado. Artilharia pesada, mas sem calibre na pontaria.
Em campo foi mediana a seleção de Scolari. Foi organizado e determinado o elenco de Herrera.
Quem se salvou? Luiz Gustavo, aplicado, sério, combativo.
Thiago Silva, boa jornada. Bernard entrou, brigou. Esforçado.
Julio, até agora queimando a língua desse cada vez mais cético blogueiro.
A seleção brasileira não agradou.
0 X 0?
Poderia ser 2 x 2, 3 x 3, 4 x 4.
Mas sempre assim. No empate. Porque Brasil e México foram iguais em Fortaleza e são iguais no futebol jogado no século XXI.
Aquele, não do outdoor, não o da publicidade nem o da entrevista coletiva.
O de dentro do campo.
A CENA 2? O segundo empate na copa do mundo, primeiro brasileiro, acendeu o sinal da cor da camisa nacional no coração do verdadeiro torcedor brasileiro. A maioria esmagadora dos excluídos das arenas desta competição.
Porque a outra cena observada por este escriba veio do comportamento das torcidas que lotaram as arquibancadas do Castelão.
Uma, a brasileira, parecia esperar a fatura do cartão de crédito para que chegasse o chip “Torcer & Empurrar o Brasil”
A mexicana tem isso de graça.
Foto TVNZ

Excelente! !
ResponderExcluirValeu amigo Paulo. Abraço e saudades amigo
Excluir