quinta-feira, 19 de junho de 2014

VERÁS



Para esse escriba, a Fonte Nova e o Roberto Santos, sediados em Salvador (BA) foram os primeiros estádios do futebol brasileiro a servir de palcos para um dos comportamentos mais emblemáticos de uma torcida de futebol nos últimos anos.
O hino nacional cantado a capella (sem a crase, é assim que se escreve), surgiu de forma espontânea, autêntica. Gritado a plenos pulmões pelos torcedores, logo após o som mecânico só transmitir trecho da primeira parte da longa composição, veiculada de forma protocolar, na maioria das vezes insípida e sem alma em outros locais pelo Brasil, quando a ocasião não influencia.
Não tinha notícia, até a Copa das Confederações de 2013, se em outro estádio brasileiro isso tenha acontecido.
Os caros paraenses, ao norte do país, também reivindicam a inovação. Erroneamente foi atribuída aos torcedores do Castelão, em Fortaleza (CE), na ocasião do torneio de aquecimento da copa no ano passado.
Esse tipo de reivindicação não pode ser qualificada como uma atitude bairrista. Está longe. E quem fazê-lo, desviará o foco.
É justiça. Apenas isso
Sabe aquele ditado antigo? Dê a César o que é de César?
É isso.
Verás que um filho teu não fugirá à luta da mesma forma.

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