O atacante Karim Benzema, destaque da seleção francesa na vitória sobre Honduras
Aplicadas, as seleções de Suíça e Equador no ensolarado planalto central do país.
Não foi lá um grande jogo. Suíços melhores em dobro nos arremates, começaram atrás no placar em tento marcado por Valencia, aos 21 minutos da primeira parte.
Na etapa final, logo aos dois minutos, o atacante Mehmed não tinha dado um mísero chute, mas a primeira coisa que fez em campo foi o gol, de cabeça, o empate suíço. O segundo tento do jogo originado de bola parada.
Mas o giro do tempo no futebol desta vez foi justo.
Se à linha do equador, criamos belos relógios do sol, temos, por outro lado, a precisão cartesiana dos suíços. E essa máxima funcionou no último contrataque dos vermelhos: Seferovic, 2x1
No últimos segundos do tempo extra, pontuais em raça, a mais um vira-vira na copa.
Ah, os suíços e seus relógios...
Em Porto Alegre, no Gigante da Beira Rio, franceses e hondurenhos já sabiam que não haveria execução dos hinos quando entraram no templo colorado do Internacional. Imprensa e público, não.
Sem os versos emblemáticos da Marselhesa, do hino de Honduras com suas pálidas estrelas e sem explicação plausível, hora de jogo.
Le Bleus sem Ribery.
Honduras sem vitória em jogos na copa.
Os jovens talentos franceses tentavam, aparecer no embate, mas eram só regulares.
A pressão mostrava que o gol era questão de tempo.
Dois lances agudos param no travessão com Blaise Matuidi e do garoto Griezmann.
A vantagem européia veio a partir da dura marcação hondurenha. Uma delas foi dentro da área. Palacios quase desmonta Pogba, o brasileiro Sandro Meira Riche, em cima da jogada, assinalou a penalidade. Exagerou na expulsão ao dar o segundo amarelo a Palacios.
Karim Benzema, sem vacilos em cobrança forte, 1 x 0.
Os azuis eram absolutos em terra colorada.
O segundo da peleja, mais uma vez estava lá o Benzema. Ele recebe belo cruzamento de Cabaye e finaliza. A bola bate na trave no goleiro Valladares que ainda tenta fazer a defesa e...
Em menos de dois segundos, a confirmação sai pelos sensores de tecnologia. Gol legal da França. Antes da puxada do goleiro, a bola passa além da linha. Não há polêmica. E o brasileiro Meira Riche entrou para a história como o primeiro árbitro a comprovar pelo uso da tecnologia um gol em copas do mundo.
Castigo não ter dado gol ao argelino Karim Benzema que ainda marcou o terceiro em belo chute.
Duas afirmações: a França ganhou quando quis e Benzema está bem longe de ser Zidane.
Já escrevo por aqui, antes que, pela semelhança de origem e física, textos exagerados e sem noção surjam por aí...
Vocês pensam que é brincadeira?
Neymar trocou de cabelo. Pelé que se cuide.
Foto: Uol/Copa do Mundo

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